Sem rótulos,
sem pressa
Há momentos na vida em que as palavras dos outros chegam como fardos, não como apoio.
Conselhos que não cabem. Explicações que não tocam. Respostas que, em vez de aliviar, afundam mais.
Se você está em um desses momentos (sem saber ao certo o que sente, ou sabendo e não encontrando saída), talvez o que você precise não seja de uma resposta. Talvez seja de um lugar onde a sua pergunta possa existir, sem pressa de ser resolvida.
É isso que ofereço.
Quem sou eu?
Sou psicanalista, doutor em Filosofia e licenciado em Artes Visuais. Não são três formações separadas: elas se encontram numa mesma disposição, a de estar presente diante do que é difícil de dizer, do que escapa às palavras, do que ainda não tem nome.
A filosofia me ensinou que as boas perguntas valem mais do que as respostas fáceis. As artes visuais me afinaram o olhar para o que não se fala, mas se revela nos silêncios, nos gestos, no que fica na beira da frase. E a psicanálise me deu o espaço onde tudo isso se encontra: uma escuta que não julga, não apressa e não fabrica saídas mágicas.
Atendo pessoas em travessia: nas crises, nos lutos, nas dúvidas que não passam, nas mudanças que assustam, nas insatisfações que ainda não têm nome. Não preciso que você chegue com tudo organizado. Pode chegar com o que tem.
Sou filiado à Escola de Psicanálise de Curitiba (EPC), onde continuo me formando, porque acredito que ninguém escuta sozinho e que a formação nunca termina.
Se você sente que está no meio de uma travessia e quer um espaço onde isso possa ser dito sem pressa e sem julgamento, estou aqui.
